

Há algum tempo venho acompanhando o circuito de tênis profissional, e posso dizer que dois jogos que mais marcaram foram a final do ano passado do torneio de Wimbledon entre Rafael Nadal e Roger Federer, e agora a final desse ano de Wimbledon.

Ontem mesmo, achei que esse jogo seria tranqüilo para Federer ganhar, até porque Andy Roddick é freguês, porém estava enganado. Andy Roddick jogou um tênis digno de final de Grand Slam, e merecia tanto quanto Federer, levar o título. Jogo demorado, saques perfeitos (50 aces do suíço), e mais de 4 horas de jogo. Roddick estava consciente do tênis que estava jogando, firme nas raquetadas, e sereno. Serenidade essa, que não via há muito tempo no americano. Acho que esse torneio mostrou um lado desse jogador que ele tem que preservar. Aceitar a derrota e crescer. Garanto que se o americano continuar a jogar o tênis que demonstrou hoje, ele não será mais apenas o número 6 do mundo, mas também buscará grandes títulos e subir ainda mais no ranking.

Do outro lado da quadra, uma campeão de peso. Há pessoas que dizem que esse é o ano do Federer porque Nadal está machucado e não mostrou todo o seu potencial no meio do ano. Porém, não penso dessa maneira, afinal nínguem tem 16 títulos de Grand Slam, ou seja, o maior de todos os tempos. Temos que dar mérito ao suíço que é uma simpatia em pessoa, atendendo sempre bem os fãs e imprensa. Ele é um atleta completo, sendo que não parou, e ainda há mais alguns anos pela frente. Devo agradecer hoje, a aula de tênis assistida nessa final, e também agradecer a ter presenciado esse momento HISTÓRICO do tênis . Viva o tênis, viva o MAIOR de todos, viva Roger Federer.

Escrito por blogochico